Como poderíamos falar de nós, homens, sem estarmos sob mira inimiga? Não poderíamos.
Era necessária a visão feminina para completar. Mas as mulheres não são inimigas não, muito menos a nossa convidada, Babu Carreira, que veio para abalar o bambu e falar de muito sécso.
Babu é atriz, humorista, modelo plus size, youtuber, faz pole dance, vem do Norte e ainda fez parte do Papo Calcinha no Multishow. Não é pouco, é para quem gosta de quantidade.
Tentamos entender os homens, quem somos, o que fazemos, para onde vamos?! Babu vai falar, criticar, dar dicas, pitacos e também tentará desvendar alguns segredos. Afinal, quem é que sabe algo mesmo do sexo oposto?
E mais: a gordofobia em pauta; a desconstrução da mulher frágil; piadas pesadas do começo ao fim; e muitas imagens fortes que se formarão na sua cabeça.
Se prepare que o clima vai esquentar e o sangue vai subir!

O BSC Podcast dessa semana vem com charme e elegância para mais um programa com conteúdo. Sabemos que vocês não estão acostumados, mas não teve como…
Recebemos Daniel Sartório, publicitário e humorista standuper e aí o papo ficou sério. O rapaz faz o Podcast Tava Vindo Pra Cá que vem entrevistando humoristas standupers, na busca de ouvir suas experiências, além de aspectos técnicos e teorias, uma conversa sobre humor entre brisas.
Então fomos nessa de conversar sobre métodos de criação. Como cada um escreve? Qual a suas teorias pessoais, as experiências e estruturas?! Seria chato se não fosse com a gente!
Por exemplo, Thiago Zap escreve como se jogasse Tetris ao comer sopa de letrinhas; já Marcão Nascimento, come as palavras, mastiga as letrinhas, morde o Tetris, mas nunca toma álcool junto. E Heitor?! Bom… Todo mundo sabe que ele não escreve…

Mãos grudentas, apego pelo açúcar, expectativas baixas e nariz escorrendo, todo mundo já foi criança um dia.
E a rotina de uma criança pode ser pior do que a vida de um empregado CLT… Desenho educativo, escola, brócolis com fígado, dia após dia, segunda, terça, domingo. O que o seus pais não te apresentam, você nem sabe que existe, todos vivíamos em uma bolha.
Mas os feriados existem, e festas acontecem. Festas surgem como um dia de liberdade, um dia de direitos e não de deveres, um dia para comer o quiser, fazer o que quiser, ser paparicado, ter seus desejos atendidos. Um dia de pecado.
Na repetitiva e possivelmente tediosa vida da criança, a espera de datas pequenas as tornam grandes eventos, como uma luzinha no fim do túnel que diz em neon: PRESENTES! Agora, presentes também pode significar roupa, e não adianta sorrir ao apertar, que também pode ser cueca.
Grandes coisas ocorrem nesses grandes eventos mirins, um evento sem quinas e com muita supervisão, mas que nem por isso acaba sem meia dúzia chorar.
Mas os pais de hoje em dia perderam a razão e o bom senso, as festas infantis têm cerveja artesanal sem álcool e rapel, se antes era um dia de pecado, aniversário agora virou dia de Adriano.

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