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BSC#244 – Festas Infantis, o Grande Momento [podcast]

Mãos grudentas, apego pelo açúcar, expectativas baixas e nariz escorrendo, todo mundo já foi criança um dia.
E a rotina de uma criança pode ser pior do que a vida de um empregado CLT… Desenho educativo, escola, brócolis com fígado, dia após dia, segunda, terça, domingo. O que o seus pais não te apresentam, você nem sabe que existe, todos vivíamos em uma bolha.
Mas os feriados existem, e festas acontecem. Festas surgem como um dia de liberdade, um dia de direitos e não de deveres, um dia para comer o quiser, fazer o que quiser, ser paparicado, ter seus desejos atendidos. Um dia de pecado.
Na repetitiva e possivelmente tediosa vida da criança, a espera de datas pequenas as tornam grandes eventos, como uma luzinha no fim do túnel que diz em neon: PRESENTES! Agora, presentes também pode significar roupa, e não adianta sorrir ao apertar, que também pode ser cueca.
Grandes coisas ocorrem nesses grandes eventos mirins, um evento sem quinas e com muita supervisão, mas que nem por isso acaba sem meia dúzia chorar.
Mas os pais de hoje em dia perderam a razão e o bom senso, as festas infantis têm cerveja artesanal sem álcool e rapel, se antes era um dia de pecado, aniversário agora virou dia de Adriano.

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