Como poderíamos falar de nós, homens, sem estarmos sob mira inimiga? Não poderíamos.
Era necessária a visão feminina para completar. Mas as mulheres não são inimigas não, muito menos a nossa convidada, Babu Carreira, que veio para abalar o bambu e falar de muito sécso.
Babu é atriz, humorista, modelo plus size, youtuber, faz pole dance, vem do Norte e ainda fez parte do Papo Calcinha no Multishow. Não é pouco, é para quem gosta de quantidade.
Tentamos entender os homens, quem somos, o que fazemos, para onde vamos?! Babu vai falar, criticar, dar dicas, pitacos e também tentará desvendar alguns segredos. Afinal, quem é que sabe algo mesmo do sexo oposto?
E mais: a gordofobia em pauta; a desconstrução da mulher frágil; piadas pesadas do começo ao fim; e muitas imagens fortes que se formarão na sua cabeça.
Se prepare que o clima vai esquentar e o sangue vai subir!

Eles são os heróis das estradas, os lobos solitários, os mensageiros de parachoques, os poetas de balcão. O BSC Podcast dessa semana vai falar sobre caminhoneiros!
Com seus tipos físicos esquisitos, uma das maiores forças motrizes da nossa sociedade é um reflexo vasto sobre a sociedade brasileira. Uma profissão arriscada, solitária, onde absolutamente nada parece seguro.
Condições precárias, estradas arrebentadas, fiscalização, saudades de casa, segundas famílias, o contrabando, os narcotóxicos, os mitos e histórias.
Caminhoneiro que é caminhoneiro e nunca viu o Saci, não merece a alcunha de caminhoneiro, é no máximo um distribuidor local. Tem que dormir na boleia, fazer sujeira no acostamento e ter saudades da mãe; uma família em cada Estado, um santinho da Virgem Maria e um despacho, que é na verdade marmita, café da manhã e jantar.
Na maior alta de roubo de cargas do Brasil, os Stênios Garcias da vida real sofrem para continuar levando a sua mesa todos os produtos que as inexistentes ferrovias deviam levar para você, sem jamais ouvir um obrigado.
Obrigado Bino, pelo papel toalha e barrinha de cereal de cada dia! Sinto muito pelo seu nude ter vazado, eu voltaria atrás, juro que voltaria.

O BSC Podcast dessa semana vem com charme e elegância para mais um programa com conteúdo. Sabemos que vocês não estão acostumados, mas não teve como…
Recebemos Daniel Sartório, publicitário e humorista standuper e aí o papo ficou sério. O rapaz faz o Podcast Tava Vindo Pra Cá que vem entrevistando humoristas standupers, na busca de ouvir suas experiências, além de aspectos técnicos e teorias, uma conversa sobre humor entre brisas.
Então fomos nessa de conversar sobre métodos de criação. Como cada um escreve? Qual a suas teorias pessoais, as experiências e estruturas?! Seria chato se não fosse com a gente!
Por exemplo, Thiago Zap escreve como se jogasse Tetris ao comer sopa de letrinhas; já Marcão Nascimento, come as palavras, mastiga as letrinhas, morde o Tetris, mas nunca toma álcool junto. E Heitor?! Bom… Todo mundo sabe que ele não escreve…

Não tem como dizer que não se trata de uma data especial. Após uma vida inteira de árdua batalha escolar, chatices, bullying, aprendizados inúteis, professores cretinos e um sistema falido, se livrar disso tudo realmente merece uma celebração.
Roupas bonitas, cabelos cheios de voltas, valsas cheias de pisadelas e discursos chatos. Todo mundo vai ficar bêbado (inclusive a sua vó) todo mundo vai pular (inclusive a dentadura da sua vó)
A última chance escolar de você pegar alguém épico, afinal, escalhada como é não arrumou acompanhante, seu pai também não veio né? Vai ter que dançar com o tio de algum menino de outra cor.
E a volta de Pri Castello Branco ao BSC, com toda a sua exuberância e xucrice feminina, a boca dela desbancou Daniella Cicarelli e é a nossa oradora escolhida!

Mãos grudentas, apego pelo açúcar, expectativas baixas e nariz escorrendo, todo mundo já foi criança um dia.
E a rotina de uma criança pode ser pior do que a vida de um empregado CLT… Desenho educativo, escola, brócolis com fígado, dia após dia, segunda, terça, domingo. O que o seus pais não te apresentam, você nem sabe que existe, todos vivíamos em uma bolha.
Mas os feriados existem, e festas acontecem. Festas surgem como um dia de liberdade, um dia de direitos e não de deveres, um dia para comer o quiser, fazer o que quiser, ser paparicado, ter seus desejos atendidos. Um dia de pecado.
Na repetitiva e possivelmente tediosa vida da criança, a espera de datas pequenas as tornam grandes eventos, como uma luzinha no fim do túnel que diz em neon: PRESENTES! Agora, presentes também pode significar roupa, e não adianta sorrir ao apertar, que também pode ser cueca.
Grandes coisas ocorrem nesses grandes eventos mirins, um evento sem quinas e com muita supervisão, mas que nem por isso acaba sem meia dúzia chorar.
Mas os pais de hoje em dia perderam a razão e o bom senso, as festas infantis têm cerveja artesanal sem álcool e rapel, se antes era um dia de pecado, aniversário agora virou dia de Adriano.

Incrível como certos temas rendem tanto. Quem poderia imaginar que seria o caso deste evento realizado em 1 x 1,5 metro quadrado?
Bom, pessoas ficam peladas nesse local… Pessoas também fazem muitas coisas erradas nesse local. Aliás, qualquer coisa que não envolva “tomar banho” é errado nesse local.
Coisas erradas, gente pelada… Talvez seja por isso que rendeu tanto.
Uma estratégia pior que a outra. Por onde você começa a tomar banho? Começa pelo pé, como Norminha? Pela cabeça, como Marcão? Segue a música do Castelo Rá-Tim-Bum, como Octávio Rogens? Ou parte para o fundamental, como Raoni?!
Seguimos no fio da navalha para entregar um programa sem baixaria e que sobrevivesse a censura, não foi fácil, era muita gente pelada e um horror em pelos.

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